"Se queres ser universal, começa por pintar a tua aldeia". A frase, do escritor russo Liev Tolstói, ajuda a entender a opção do diretor e roteirista Kenneth Branagh por revisitar memórias que carrega da infância e organizá-las em uma narrativa cinematográfica. Por trás de situações que, a princípio, parecem específicas, pode haver sentimentos que qualquer… Continuar lendo “Belfast” organiza memórias de infância do diretor em narrativa genérica
