Dois filmes, duas versões, um crime. Lançar "A Menina que Matou os Pais" e "O Menino que Matou Meus Pais" simultaneamente, seja por estratégia ou vaidade, mostrou-se eficiente desde as primeiras divulgações. Além do fato de abordar os assassinatos cometidos por Suzane Von Richthofen e Daniel Cravinhos, crimes que mobilizaram o país, a possibilidade de… Continuar lendo Roteiros superficiais e atuações exageradas prejudicam filmes sobre caso Richthofen
