Sucesso no início da década de 90, a novela "Vamp" conquistou o público infanto-juvenil no horário das 19 horas. Além de trazer uma audiência mais jovem para os folhetins, como queria o autor Antonio Calmon, a história da vampira roqueira Natasha (Cláudia Ohana) virou um clássico da teledramaturgia brasileira e se transformou em memória afetiva… Continuar lendo “O Beijo do Vampiro”: memória afetiva e mordidas politicamente corretas
