De um lado, uma família de hábitos funéreos criada no fim da década de 30; que apresenta uma crítica sempre oportuna sobre julgamentos e padronizações; e que já foi explorada em quadrinhos, séries, desenhos animados e filmes. Do outro, um diretor formado por referências e afinidades sombrias, que também tem uma predileção por tipos que… Continuar lendo “Wandinha”: quando projeto e diretor são feitos um para o outro
